Terça-feira, 13 de Março de 2012

Dó d'alma....

Hoje lá me levantaram o chão todo da entrada.
A placa está encharcada pelo que ainda vai demorar (ainda mais).
Tem que se esperar que seque antes de se colocar o chão novo.
Esta semana vão tentar ir retirar o tecto todo.
Entretanto tenho livros e móveis espalhados por todo o lado.
Se até agora não se podia lá estar com o frio, agora não se mete lá pé com o pó e as coisas amontoadas pelos cantos.
Não vejo a hora deste pesadelo acabar e voltar para casa.
É que esta novela já se arrasta á meses e já fui desterrada para casa da mãe á quase 2.
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No sábado levantaram uma das tábuas para analisarem o estado da placa e levarem para amostra, eu até estava mal-disposta de ver a minha casinha naquele estado! Nem quero lá por os pés enquanto estiverem a decorrer as obras, ainda me dá uma coisinha má!


Segunda-feira, 12 de Março de 2012

Ainda falta....

Depois de ter passado 5 horas seguidas a jogar ao Monopoly este fim-de-semana, apercebi-me que na minha colecção de jogos de tabuleiro, ainda me falta o Risco.
O que é assim uma falha muito grande para uma aficionada de jogos sociais como eu.
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E também me apercebo que não foi comprado porque o preço dos jogos está assim um bocadinho para o inflacionado.

P.S.- Os jogos de tabuleiro fazem-me sempre lembrar as férias e o Verão, é que vão sempre a reboque connosco para o Algarve/Terrinha e são sempre a nossa diversão depois do jantar. Há lá maneira melhor de acabar um dia de praia ou de campo que sentados á volta do tabuleiro a gozar como criancinhas pequenas? Eu acho que não!

Sábado, 10 de Março de 2012

Foi desta....

O meu marido PROIBIU-ME de entrar em qualquer estabelecimento que venda sapatos, é que pelo andar da coisa, a minha casinha já se começa a assemelhar a uma sapataria!!!!
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E eu que já tinha uns quantos debaixo de olho....
O.K. também não chega ao disparate da imagem de cima, são para aí uns 10/15 pares!

Sexta-feira, 9 de Março de 2012

Ai os homens.....os homens.....

Porque estar casada não é (nem pode ser) sinónimo de estar cega.
No dia que assumi o compromisso de casar e dedicar a minha vida a ele, não prometi que jamais olharia para outro homem com segundas intenções.
Afinal eu sou esposa, mas acima de tudo, sou mulher e gosto de apreciar o sexo masculino.
E é tão válido para mim como é para ele...Se passarmos por uma "gaja toda boa" na rua é-me indiferente que ele a aprecie e até comente.
No final do dia a confiança que temos um no outro é cega e permite-nos o "guilty-pleasure".
Até porque sabemos que a linha entre olhar e tocar nunca será passada, tão pouco são sinónimos e lá por fantasiar com terceiros, isso não significa que os traga para a nossa cama (física ou psicologicamente).
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"Proponho-me ensinar-lhes como trair o seu marido em imaginação.
Acreditem-me: só as criaturas ordinárias traem o marido realmente. O pudor é uma condição sine qua non de prazer sexual. O entregar-se a mais de um homem mata o pudor."
Bernardo Soares, heterónimo de Fernando Pessoa  em O Livro do Desassossego.

E como sou uma mulher muito púdica, deixo-me ficar pelo ensinamento do meu amigo Fernando Pessoa e vou dando asas á imaginação e deleitando os olhos. 
Ficam aqui aqueles que em situação normal me deixam a babar e povoam aqui os sonhos mais.... fantasiosos, digamos, aqui da menina.
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Quinta-feira, 8 de Março de 2012

Mariquice? Dispensa-se!

Já se sabe que um bebé é um acontecimento maravilhoso na vida de uma pessoa.
Também se sabe que os pais, principalmente se o desejaram tanto, ficam ofuscados com o novo membro da família.
E também é normal existirem momentos de loucura quando se vê um bebé.
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Mas se acho normal o cutchi-cutchi ponderado, já não penso o mesmo quando o mesmo é feito de maneira continuada e para todos verem.
Aí já roça a mariquice.
"Ai que o meu bebé é tão lindo! Ai que o meu bebé é tão fofo! Ai que o meu bebé nunca mais nasce! Ai que o meu bebé isto! Ai que o meu bebé aquilo!"
É demais e dispensa-se.
E quando ainda se justificam com a típica frase: "Quando tiveres os teus, quero ver se não vais ser igual!" levam-me á loucura.
Se vou amar os meus filhos? Claro.
Mas não me vão ver a fazer figuras tristes no meio da rua, nem preciso de afirmar isso para todos os outros.
E sim, não vou permitir figuras destas na minha presença porque, simplesmente as acho ridículas e sou no mínimo coerente.

Por isso pede-se contenção nos laivos de loucura á minha frente, porque não os suporto e são no mínimo uma mariquice de primeira!
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Quinta-feira, 1 de Março de 2012

Curtas que valem por compridas

A primeira, aquela que me apresentou as curtas de animação
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* Permitam-me o trocadilho...